terça-feira, 4 de maio de 2010

Trânsito diário e em dias chuvosos

As chuvas mais uma vez atrapalharam a volta de muitos paraenses para as casas. Além do alagamento, o trânsito ficou caótico. Cenas de pessoas desrespeitando a preferência ficaram mais fáceis de ver. No trajeto diário de Belém para Ananindeua a situação deplorável só faz piorar e aumentar a cada dia. Algumas atitudes foram tomadas ao longo dos seis meses. Uma delas foi a retirada dos camelôs das calçadas que se localizam na BR-316.

As pessoas conseguiram, finalmente, transitar tranquilamente nas margens da rodovia. Outra foi a restrição da circulação dos caminhões com mais de 3,5 toneladas pela capital paraense. Quem trafega pelo entroncamento percebeu a diminuição, mesmo que pequena, do engarrafamento. Em horários em que o túnel ficava engarrafado, o trânsito fluiu mais rapidamente. Pelo menos foi assim na primeira semana da proibição.

Mas a chuva provou que ainda tem muita coisa para se fazer. O trânsito na Travessa Alferes Costa, entre a Av. Pedro Álvares Cabral e Senador Lemos ficou engarrafado. Buzinas, som alto e impaciência foram as imagens da última segunda-feira, 3 de maio. Uma travessa antes tranqüila ficou com ares de pista “grande”. O motivo: único local que permite a ônibus, carro e caminhões de pequeno porte possam trafegar da Pedro Álvares Cabral para a Av. senador Lemos e Dr. Freitas. A solução para esse engarrafamento que incomoda os moradores, principalmente quando chove, é a pavimentação de novas travessas que são paralelas as duas avenidas.

Travessa Alferes Costa, entre Senador Lemos e Pedro Alvares Cabral

Para piorar o trânsito caótico da cidade, os semáforos começaram a “pifar”. Viva a Companhia de Transportes de Belém (CTBel), que ao invés de orientar os motoristas e fiscalizar o trânsito prefere partir para a parte mais fácil que é fingir que está tudo bem e sair multando quem aparentemente desrespeita a leis de trânsito.

E assim a população vai vivendo. Um dia com chuva, alagamento e engarrafamento. O outro sem chuva, mas com os mesmos engarrafamentos. A diferença é que dessa vez não é preciso tirar o barco da garagem.